sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Rio de Janeiro.

As pessoas estão me olhando com cara de turista,
Se a totalidade das verdades fosse apenas ilusão,
Eu não me sentiria tão estranho quando chegasse.
O aeroporto continua na mesma baía, e o Sol ainda é posto seis.
Minhas lagoas pra mim sempre foram limpas,
E nunca tive medo do mar que passou da ressaca.
Porque além do mais, se gostasse do carnaval,
Todos me olhariam com cara de turista.
Vou subir minha serra e fugir do caos da vida metropolitana.
Sem medo daquilo que tentam me empurrar com seus fuzis,
Vou gritar aos que se fazem de surdos e sempre saberão,

O Rio de Janeiro ainda é capital do meu mundo.

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